Lançado em janeiro pela Prefeitura de São Bernardo, o Programa ‘Grafitando SBC’ terá ação ampliada na cidade e vai chegar ao bairro Jardim Chácara Inglesa com uma homenagem ao cão comunitário Orelha, morto de forma brutal na Praia Brava, em Florianópolis (SC). O tributo será prestado sob o viaduto Kenzo Uemura, próximo à Praça Ibrahim de Almeida Nobre.
O programa, coordenado por meio da Secretaria de Serviços Urbanos, em parceria com outras pastas, reflete o compromisso da gestão Marcelo Lima em construir uma cidade mais bonita, sustentável e acolhedora. O ‘Grafitando SBC’ tem por objetivo dar mais cor e vida à cidade e combater a pichação ilegal. O projeto conta com uma van padronizada para percorrer e transformar a paisagem em todo o município.
A iniciativa visa transformar muros e espaços ociosos de São Bernardo em galerias de arte a céu aberto, por meio do trabalho realizado pelos grafiteiros Val Ruah Magalhães e Denilson Augusto, que tem o apoio de colaboradores que já atuavam desenvolvendo ações de zeladoria.
“Essa é a nossa homenagem ao cão Orelha, que foi morto de maneira brutal em Santa Catarina. Esse painel será um lembrete de que aqui em São Bernardo há lei para crimes de maus tratos contra animais. Aqui também vamos construir um espaço pet, dedicado aos nossos animais de estimação”, declarou o prefeito Marcelo Lima.
Participaram do início da grafitagem o secretário de Serviços Urbanos, Luiz Fernando Bortoletto, o secretário de Programas Governamentais, Hiroyuki Minami, e o vereador Pery Cartola.
Cão Orelha
O cão comunitário foi atacado de forma brutal no dia 4 de janeiro deste ano. Resgatado por moradores da Praia Brava, local turístico de Florianópolis, Orelha não resistiu aos ferimentos, morrendo no dia 5. Após a morte do cachorro, inúmeras manifestações contra maus tratos a animais se espalharam pelo País.
“O espaço pet será implementado em local ao lado do painel do cão Orelha e será projetado para o lazer, exercício e segurança dos animais de estimação, especialmente cães. O local também vai oferecer um ambiente seguro para cães socializarem e gastarem energia, evitando estresse e facilitando a rotina dos tutores”, reforçou Bortoletto.