O Supremo Tribunal Federal (STF) tem passado por certo desgaste devido aos desdobramentos do Caso Banco Master. O banco, é alvo de investigações da Polícia Federal por suspeita de gestão fraudulenta e lavagem de dinheiro, com desvios bilionários.
Dias Toffoli, ministro relator do caso, vem atraindo críticas devido as suas decisões e possibilidade de conflito de interesse, já que alguns de seus familiares tiveram vínculos com fundos ligados ao banco.
Enquanto isso, a Procuradoria Geral da República (PGR), arquivou pedidos da oposição que solicitou afastamento do ministro, e outros membros do STF, Edson Fachin (presidente) e Gilmar Mendes (decano) se manifestaram em defesa de Toffoli.
Até mesmo um novo código de conduta para os ministros entrou em pauta para estabelecer regras claras sobre possíveis conflitos de interesse e aumentar a transparência.
Ainda assim, dentro do próprio STF, existe um grupo que defende uma “saída honrosa”, além da devolução do processo para a primeira instância, caso não surjam provas robustas contra o deputado João Carlos Bacelar, que é o único motivo do caso estar no Supremo.
A próxima semana promete, pois dias 26 e 27 novos depoimentos foram marcados por Toffoli.
Vamos ver no que isso vai dar.
A direção.