Vozes femininas se apresentam no Cine Theatro Carlos Gomes

No fim de semana em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, a Secretaria de Cultura de Santo André, promove a terceira edição do projeto Mulheres Em Cantadas, criado para apresentar ao público manifestações artísticas de mulheres durante o mês de março. As apresentações, gratuitas, acontecem no Cine Theatro Carlos Gomes, no Centro.

Um espetáculo autoral, pensado especialmente para bebês de até 3 anos, abre a programação no sábado (7), às 11h. O show Cantata para Piticos é uma criação de Alba Brito, com músicas compostas ao longo de 20 anos pela atriz, integrante do grupo Borboletras. A apresentação oferece uma experiência lúdica, perfeita para estimular a imaginação e despertar a curiosidade das crianças.

Às 16h, ainda no sábado, Nô Stopa, filha do cantor Zé Geraldo, lança o CD Brasa em sua apresentação no Cine Theatro Carlos Gomes. A cantora, que tem dedicado grande atenção à folk music como seu pai – estilo presente em todos os seus álbuns anteriores – agora traz no novo álbum ritmos brasileiros como forró, xote, arrasta-pé, samba-reggae e choro, com um discreto tempero rock e folk.

Nô Stopa usará este novo álbum como música condutora na oficina “No passo do forró”, que a cantora apresentará no sábado (7), às 10h, no Centro de Dança de Santo André. A oficina é gratuita e não é necessário realizar inscrições antecipadas.

No domingo (8), Dia Internacional da Mulher, o projeto Mulheres Em Cantadas traz ao Cine Theatro as vozes femininas do grupo Mawaca, no show “Nama Pariret”, às 19h30. Mawaca é um grupo de São Paulo que apresenta uma música vibrante, com pérolas das mais diversas culturas do mundo, que foram transmitidas de geração em geração pela tradição oral, em recriações e arranjos criativos. Dirigido por Magda Pucci, desde sua fundação em 1995, o grupo é formado por um vocal feminino que interpreta canções em mais de 20 línguas, formado pelas cantoras Angélica Leutwiller, Cris Miguel, Christina Guiçá, Magda Pucci, Rita Braga e Zuzu Leiva.

Em seu show Nama Pariret, o grupo promete uma viagem aos cantos femininos do mundo, em um repertório gravado à capella (música feita exclusivamente com a voz, sem o uso de instrumentos) com seis cantoras do grupo assumindo a percussão. O resultado é um registro poderoso e intimista dos caminhos percorridos por mulheres em tempos remotos e atuais que se desnudam para o ouvinte, assim como o projeto buscou se separar temporariamente de uma instrumentação mais rica.