O movimento internacional de conscientização para redução de acidentes de trânsito, criado em 11 de maio de 2011, na ONU (Organização das Nações Unidas) decretou a Década de Ação para a segurança no Trânsito, tornando o mês de maio referência mundial para o balanço das ações em prol deste decreto.
Na mesma época também foi escolhida a cor amarela que simboliza atenção, sinalização e advertência no trânsito em todos os países.
Mas, muitas das ações só ficaram no papel e restringem somente no mês de maio, sendo os outros onze meses esquecidos pelas autoridades que deveriam zelar pela segurança dos pedestres e do trânsito em geral.
O que se vê andando pelas principais vias da região, e notando o trânsito e seus motoristas, é que a maioria não tem condições de portar carteiras de habilitação e muitos menos estar atrás de um volante, tais os absurdos que praticam. A maioria das vezes não são repreendidos pelas autoridades policiais, GCMs e agentes de trânsito pelos seus atos, que podem causar acidentes graves e muitas vezes mortes.
Os agentes de formação de condutores, deveriam exigir que as empresas – Auto Escolas – se empenhassem mais em formar profissionais do volante, mesmo que estes sem as classes mais baixas, ensinassem as funções básicas de um motorista, como dar seta ao virar para esquerda ou direita, ensinar que não se deve estacionar em fila dupla, ensinar a não estacionar na contra mão de direção, em cima de calçadas, não andar de pisca-alerta ligado, e respeitar as faixas de pedestres com nível.
Para os profissionais do volante àqueles com carteiras especial, para transportes de passageiros como ônibus, carros de aplicativos, táxis e vans escolares, a fiscalização deveria ser mais rígida, mas isso não acontece em nenhuma cidade da região, exceto os ônibus.
Os outros transportes colocam em risco seus passageiros dirigindo sem nenhuma noção do que devem ou não fazer quando estão atrás de um volante – acreditando eles serem únicos a estarem nas vias públicas.
Vans escolares e carros de aplicativos deveriam receber uma atenção especial das autoridades policiais e fiscalizadoras que são as prefeituras através de suas secretarias de mobilidade. Grande parte deles parecem que desprezam a vida humana, e agem bem diferente do que diz a Declaração da ONU.
Que o Maio Amarelo não seja somente mais uma aula às crianças dentro das escolas, mas, uma aula coletiva à todos os motoristas que as transportam e que não gostam de respeitar as leis de trânsito e acreditam que as ruas são a extensão de suas casas e que podem fazer o que quiserem e não serão repreendidos.
Só que as crianças transportadas não são filhos dos motoristas das vans escolares.
Só lembrando, os motoristas de vans de São Caetano (sem excessão) deveriam passar por reciclagem urgentemente, não que de outras cidades não precisem.
A direção