Ribeirão Pires tem o 3º melhor índice de qualidade de vida da Grande SP

Levantamento do Mapa da Desigualdade da Região Metropolitana de São Paulo destaca a Estância Turística entre os 39 municípios avaliados, com liderança em indicadores de meio ambiente e segurança e desempenho acima da média em educação, saúde e infraestrutura

A Estância Turística de Ribeirão Pires foi classificada como a 3ª melhor cidade para se viver entre os 39 municípios da Região Metropolitana de São Paulo, de acordo com o Mapa da Desigualdade da RMSP, divulgado na manhã desta quinta-feira (6). O levantamento, promovido pelo Instituto Cidades Sustentáveis, Rede Nossa São Paulo e Programa Cidades Sustentáveis, reconhece o desempenho do município em diferentes áreas relacionadas à qualidade de vida da população.

O resultado é fruto da avaliação do desempenho geral dos municípios em uma série de indicadores sociais, ambientais, econômicos e de infraestrutura. A metodologia atribui pontuação conforme a posição de cada cidade em cada indicador analisado. O município com o melhor desempenho recebe a maior pontuação, enquanto o de menor desempenho recebe a menor. A média dessas pontuações define o índice geral, considerando todos os indicadores com o mesmo peso.

“Estar entre as três cidades com melhor qualidade de vida da Grande São Paulo é o reconhecimento de que cuidar das pessoas faz toda a diferença. Acreditamos que uma cidade se transforma quando está próxima da população, escuta quem vive aqui e trabalha todos os dias para oferecer serviços públicos de qualidade. Esse resultado não acontece por acaso: ele é construído com planejamento, responsabilidade e muito trabalho. Vamos continuar avançando para que Ribeirão Pires seja, cada vez mais, motivo de orgulho para quem escolheu viver aqui”, afirmou o prefeito Guto Volpi.

Ribeirão Pires alcançou posição de destaque no ranking metropolitano ao apresentar resultados expressivos em diferentes áreas da gestão pública. Entre os principais indicadores, a cidade conquistou o 1º lugar em quatro categorias.

Na área ambiental, o município atingiu 100% da população atendida pela coleta seletiva, liderando o ranking entre as cidades da Região Metropolitana. Também ficou em 1º lugar na proporção de domicílios localizados em áreas de risco, registrando índice de 0%, resultado que demonstra o planejamento urbano e as ações preventivas desenvolvidas pela administração municipal.

Na segurança pública, Ribeirão Pires também obteve desempenho de destaque ao registrar taxa zero de feminicídio, ocupando o 1º lugar no indicador, além de alcançar igualmente a 1ª colocação em violência contra a população LGBTQIA+, também com índice zero.

Além das lideranças, o município apresentou desempenho acima da média em diversas áreas estratégicas: Na educação, conquistou o 4º lugar em percentual de jovens de 18 e 19 anos com ensino médio concluído, com 78,24%, além do 7º lugar na taxa de distorção idade-série no ensino fundamental da rede pública e do 10º lugar no índice de analfabetismo entre pessoas com 15 anos ou mais.

Na infraestrutura figura entre os dez melhores municípios em investimento público por habitante, com média de R$ 343,98 per capita. Enquanto na habitação, Ribeirão Pires aparece na 9ª colocação em população residente em favelas e comunidades urbanas, enquanto.

Os indicadores de saúde também são destaques com a cidade ocupa o 4º lugar em idade média ao morrer, o 5º lugar em desnutrição infantil, incidência de tuberculose e doenças relacionadas ao saneamento ambiental inadequado, além do 7º lugar em mortalidade infantil e posições de destaque nos indicadores de mortalidade por doenças crônicas e detecção de hepatite.

No eixo ambiental, Ribeirão Pires ainda aparece entre os melhores municípios em estratégias para gestão de riscos e prevenção a desastres ambientais, ocupando a 6ª colocação, e mantém índice elevado de atendimento por esgotamento sanitário, alcançando 81,47% da população.

Os resultados positivos também se estendem aos indicadores de trabalho, renda e mobilidade urbana, já que o município figura entre os melhores colocados na participação de empregos formais em atividades intensivas em conhecimento e tecnologia, na distribuição da renda apropriada pela população de menor renda, na redução do tempo de deslocamento ao trabalho e na segurança viária, com destaque para o 7º lugar em menor índice de mortes no trânsito.