O eleitor mais atento a política já sabe em quem votar para ser seu representante nos legislativos estaduais e federais, bem como nos candidatos a governadores de estados e a presidente da República.
As convenções partidárias acabaram na última quarta-feira, dia 5, e agora?
Candidatos indicados pelos partidos, alguns novatos irão disputar estas eleições, enquanto que muitos tentarão se reeleger e continuar seus mandatos nas assembleias legislativas e ou câmara federal, bem como os candidatos a governador e presidente também querem continuar em seus postos.
Mas não é bem assim que funciona em uma democracia como a brasileira.
O tira-teima das eleições está justamente em o candidato ter de provar que tem condições de exercer a função escolhida, bem como o eleitor ter ciência que o que ele escolher ficará pelo menos quatro anos, agora nesta eleição é para seis anos, e se deputado ou senador não abandonará seus eleitores na primeira oportunidade como ocorre sempre, quando acaba o primeiro ano de seus mandatos.
Outro pormenor. Dentre todos os candidatos, muitos que aí estão, não tem a mínima condição de exercer seus cargos políticos, basta acompanhar os noticiários e ver que nossos representantes, estão cada vez vorazes em cima do dinheiro público, como se fossem dele os cofres do Estado.
É corrupção pra todo lado. A maioria quer uma fatia do bolo, e prestar conta do dinheiro público, perece ser a última coisa que eles querem fazer. Se fosse só um deputado, até poderia dizer que foi um lapso, mas, a nossa Câmara Federal está contaminada de uma forma geral, e, só trocando a maioria, teríamos condições de dizer que a democracia está salva.
Mas como isso será difícil acontecer, então rezemos para que o eleitor acerte de vez.
A Direção